LIVROS DE ESPERANÇA
Pus a esperança nos livros,
nunca me aquietei.
Era preciso decifrar as palavras, rodopiá-las,
sonhá-las outra vez, libertá-las, construir ilusões,
deixá-las voar, sulcar os ventos, redesenhá-las, transformá-las
em vulcões.
Fernando Alagoa © todos os direitos reservados
(poema de 23-04-2025)
