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Mostrando postagens de maio, 2026

JUVENTUDE

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Quando era jovem, a pele tinha um brilho que me iluminava por dentro, como se cada poro guardasse um pequeno sol. O cabelo, inquieto, disputava com a luz — e eu acreditava, secretamente, que o próprio dia nascia ali. Caminhava com a leveza de quem ainda não conhece o peso do mundo, e cada gesto era um voo breve, um rouxinol escondido no peito a bater asas sem pedir licença. A visão alcançava longe, o horizonte, os sonhos. E a voz… a voz tinha a ousadia de um leão jovem, certa de que o futuro lhe pertencia. Os anos passaram, não com violência, mas com aquela firmeza terna que só o tempo sabe usar. Levaram brilho, levaram ímpeto, levaram pressa. Mas deixaram-me algo mais profundo: uma doçura que não conhecia, uma sabedoria que não pedi, uma serenidade que me veste melhor do que qualquer juventude. A verdade é que a juventude nunca partiu. Mudou de lugar. Já não vive na pele, vive no pensamento. Já não dança nas pe...

DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA | 15 MAIO 2026

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No Dia Internacional da Família celebramos o lugar onde a vida começa a ganhar forma, onde aprendemos o ritmo dos dias e o sentido das coisas que não cabem em palavras. A família, seja grande ou pequena, próxima ou espalhada pelo mapa, é o primeiro poema que habitamos. É ali que descobrimos o verso do cuidado, a rima do perdão e a melodia que nos sustém quando o mundo desafina. Não é perfeita, nunca foi, mas é feita de gestos que iluminam: um olhar que acolhe, uma mão que segura, um silêncio que compreende. Neste Dia Internacional da Família honramos esse espaço onde crescemos e recomeçamos, onde aprendemos a amar e a ser amados, onde cada dia é um capítulo novo e cada gesto de ternura um verso que permanece. Porque a família, com todas as suas cores, as suas histórias e as suas imperfeições, é, no fundo, a poesia que nos escreve. © Fernando Alagoa

DIA DA MÃE

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Para as mães que fazem da vida um lugar mais leve, que cuidam, inspiram, protegem e ensinam. Para as mães que seguram o mundo com gestos pequenos e fazem do cuidado uma forma de esperança. Para as mães que conhecem o silêncio dos nossos medos e a alegria escondida nos nossos sorrisos. Para as mães que caminham ao nosso lado, mesmo quando seguimos longe, que são porto seguro, casa, raiz. © Fernando Alagoa